Fuxico

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Salve Maria Imaculada!
Há uns dias atrás eu pensava num modo de customizar roupas para dar uma aparência jovem, então me lembrei que lá pra 2003 muita gente usava fuxico em roupas, bolsas e etc. Fuxico é uma trouxinha de pano feita com restos de panos. É uma boa idéia para customização não só apenas de roupas, mas também de almofadas, colchas, chaveiros, uma infinidade de opções.
     Esse aí foi eu quem fez. Preguei um alfinete atrás e o uso como broche. (Ficou bem rústico, porque foi um dos primeiros que fiz).
     Nesse site ensina-se várias utilidades para o fuxico:

     São Luis Maria Grignion de Montfort ensina no Tratado no artigo 260: "É necessário fazer todas as ações com Maria. [...] É o modelo formado pelo Espírito Santo numa simples criatura, para nós o imitarmos, na medida das nossas limitadas forças. É preciso, portanto, que consideremos, em cada ação, o modo como o qual Maria fez ou faria se estivesse no nosso lugar. Para isso devemos examinar e meditar as grandes virtudes que Ela praticou durante a vida. [...] A sua Pureza toda Divina, que não teve nem jamais terá igual sob o Céu."

     Então quando formos nos vestir lembremos de imitar a virtude da Pureza toda Divina da Virgem Maria.


Escrito por:Gislaide Rodrigues da Silva

A Santidade do Matrimônio

segunda-feira, 11 de abril de 2011


Aqui vão alguns frutos de minhas meditações sobre um Matrimônio segundo Deus...!


Olhemos para a imagem do Matrimonio da Sss.Virgem e São José, exemplo de Matrimônio santo!, os casais todos deveriam em 1º lugar tê-los como modelo para seu casamento!Afinal a Virgem Sss. é exemplo para toda Mulher e Mãe, como São José é exemplo de Homem e Pai!


Quando somos jovens, sonhamos como será nosso casamento! Planejamos tantas coisas: como será o vestido, a decoração, o enxoval, a casinha que teremos [onde seremos felizes para sempre!rs], o nome dos filhos que virão, como será o dia-a-dia...Mas nem tudo é como planejamos! Afinal será como Deus quiser que seja! o que podemos fazer é rezar para fazer da melhor forma possível a Vontade de Deus!! Quem melhor fez a vontade de Deus que Nossa Senhora?! Na submissão amorosa ao esposo, aos Pais...tentemos descobrir como seria o dia-a-dia d'Ela...fazendo os afazeres domésticos, cozinhando, educando Jesus menino, colaborando como podia com seu esposo São José! A virgem não precisou fazer grandes coisas, apenas seu papel de Mãe e Esposa!


*Quando Deus me der meu "José" espero ser para ele como "Maria"! Afinal de contas como escrava não posso ser diferente! mesmo com a modernidade à que somos submetidos certas coisas não podem mudar! Quero saber ser boa esposa, amando meu marido, auxiliando sua caminhada, lado-a-lado com ele pois assim deve ser! quero trazer Paz ao seu coração que tantas vezes estará cansado! e que ele me dê a segurança que tantas vezes vou precisar sentir! Que saibamos honrar nosso compromisso de estar juntos em TODOS os momentos! Que as tribulações que possam vir não nos abalem, que Deus seja nosso sustento e a Virgem nosso amparo!



Quando vierem os filhos que Deus enviar que saibamos educá-los como Jesus Menino foi educado..[no exemplo de seus pais], que a Virgem me dê a Paciência que "ainda" não tenho suficiente!rs. Que nossa presença nunca falte em suas vidas..[pois sei quanto isso afeta a vida de um filho!], que saibamos acolhê-los como o que são: benção de Deus!!! Afinal o propósito do Matrimônio é também continuar a obra criadora de Deus!!!



Enquanto não chega o momento de viver tudo isso, o nosso dever é orar pedindo a Deus e Nossa Senhora que tudo seja providência d'Eles em nossas vidas! Guardemos a virtude da Castidade tão importante na vida dos Cristãos e que tanto tem sido desvirtuada pelo mundo! E venha o dia que seremos sinal de contradição neste mundo que prega a destruição das Familias, que possamos gerar então Famílias Santas para Deus!


Que o que Deus uniu o Homem não separe!


Jesus, Maria e José nossa Família vossa é e será!!!

postado por: Liliane Maria

Músicas e Modéstia

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Salve Maria Imaculada
Encontrei em algumas músicas católicas pequenas referências à Modéstia:

"Preciso guardar meu corpo
Lembrar que ele é Templo Santo do Pai
Preciso ter atitude...."

Baseado em I Cor 3, 16-17.

Rumo ao Altar - Toca de Assis: http://www.youtube.com/watch?v=yS8hcBxrDBo
"Quando entro nesta procissão, não consigo explicar
Entrego o meu coração que somente quer te amar
Como a noiva que caminha rumo ao Altar
E o noivo a te esperar."

Somos noivas que caminham em procissão para encontrarem-se com o noivo, Jesus Eucaristico, então como noivas usemos piedosamente o véu.


Escrito por:Gislaide Rodrigues da Silva

Luto


    Rezemos pelos mortos na tragédia do Realengo, no Rio de Janeiro, onde 12 jovens morreram.

    "Ave Maria cheia de graça o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus, Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte. Amém."

    "Dai-lhes Senhor o descanso eterno e pra sempre brilhe sobre eles a vossa luz. Descanse em paz. Amém."



O Plano Original de Deus

sábado, 2 de abril de 2011

                                   
Irmã Lucia de Fátima
Por que Deus vestiu Adão e Eva?
     Quem dera as roupas que as pessoas usam em nossos dias tivessem um toque de modéstia, o respeito pela dignidade humana, exibido por aqueles usados pelas mulheres da aldeia naqueles dias! Será bom para nos lembrar aqui que a Sagrada Escritura tem a dizer sobre este assunto: “O Senhor Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu.” (Gên. 3,21).
     Por que Deus vestiu os dois primeiros seres humanos se, antes disso, eles estavam nus? A própria Escritura nos dá a resposta:“Deu-lhe este preceito: “Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente.” (…) A mulher, vendo que o fruto da árvore era bom para comer, de agradável aspecto e mui apropriado para abrir a inteligência, tomou dele, comeu, e o apresentou também ao seu marido, que comeu igualmente. Então os seus olhos abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e fizeram cinturas para si.” 

Despidos da graça

     “O Senhor Deus fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu”. Este texto sagrado nos mostra que Deus cobriu os corpos que se despiram, através do pecado, do vestuário da graça. Por esta razão, todos temos de nos vestir decentemente, modestamente e com dignidade. Aqueles que aparecem vestidos indecentemente são um incentivo ao pecado, e por isso são responsáveis não só por seus próprios pecados, mas também por aqueles que outros podem cometer por causa deles. Refletir esta moda, se é indecente – e vemos que o mundo, infelizmente, segue esta moda como se fosse lei – é um truque do demônio, uma armadilha inteligente com a qual o diabo capturas almas, da mesma forma como caçadores colocam armadilhas nos bosques e campos.
Deus não nos deu a roupa como um adorno para alimentar nossa vaidade humana e frivolidade. Não! Ele deu-nos como uma proteção contra o pecado, como um sinal de penitência pelos pecados cometidos, e um castigo por estes, assim como para nos lembrar das leis de Deus, que todos nós somos obrigados a obedecer.
     Comecemos por analisar o modo como isso é um sinal de castigo e penitência pelo pecado cometido, e uma proteção contra a tentação. O texto sagrado nos diz que, depois que eles pecaram, Adão e Eva tentaram se cobrir com folhas de figueira, mas Deus não achou que isso foi suficiente, porque a Sagrada Escritura nos diz que Ele “fez para Adão e sua mulher umas vestes de peles, e os vestiu” (Gên. 3,21).
     Depois segue-se uma descrição da punição e da penitência imposta em razão do pecado: “O Senhor Deus expulsou-o do jardim do Éden, para que ele cultivasse a terra donde tinha sido tirado. (Gên. 3, 23). E isso: “até que voltes à terra de que foste tirado; porque és pó, e pó te hás de tornar.” (Gên. 3, 19). Assim, depois de vesti-los, Deus expulsa-los do jardim, mas só depois de impor a pena do trabalho, dizendo-lhes que deverão cultivar a terra, até que voltem ao pó de onde foram tirados, em outras palavras, até que eles morram.
     Os seres humanos trouxeram a sentença de morte em si mesmos por pecarem ao desobedecer o mandamento de Deus, que lhes havia dito: “Mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comeres, morrerás indubitavelmente.” (Gên. 2, 17). Sim, seu corpo vai morrer, porque você pecou e transgrediu a lei do teu Deus. Mas pior ainda, sua alma estará perdida para sempre a menos que você se arrependa e faça penitência. Você vai morrer, se você não mudar sua vida, se você não voltar a obedecer a lei do teu Deus.
     Observe, entretanto, que não é só por estas duas razões – castigo e a penitência pelos nossos pecados – que Deus nos vestiu; isso serviu também para outros fins. Além de ser uma defesa contra o pecado, o vestuário modesto com o qual devemos nos cobrir é uma marca distintiva que nos diferencia no fluxo de imoralidade e nos capacita a ser, para o mundo, verdadeiras testemunhas de Cristo.
     As roupas também servem para nos lembrar das leis de Deus e da nossa obrigação séria em obedecê-las. Deus, de fato, pediu a seu povo para usar, sobre suas roupas, sinais concretos que os fariam lembrar de seus mandamentos sagrados: “Dize aos israelitas que façam para eles e seus descendentes borlas nas extremidades de suas vestes, pondo na borla de cada canto um cordão de púrpura violeta. Fareis essas borlas para que, vendo-as, vos recordeis de todos os mandamentos do Senhor, e os pratiqueis, e não vos deixeis levar pelos apetites de vosso coração e de vossos olhos que vos arrastam à infidelidade.” (Num. 15, 38-39)
     Vejamos o que Deus está dizendo aqui: As borlas de suas roupas servirão para lembrá-los dos mandamentos do Senhor, para praticá-los, não para vos deixar levar pelos apetites de vosso coração e de vossos olhos que vos arrastam à infidelidade.
     Nossas roupas, então, são feitas para ser uma proteção para os olhos e o coração, de modo que não nos permitamos ser capturados pelas tentações da carne, do diabo e do mundo.
     As borlas mencionadas no texto, sem dúvida, visam algum tipo de decoração para a nossa roupa, mas a decoração deve ser de acordo com modéstia, com a dignidade da pessoa humana, com a decência, em suma, com a moral, levando-nos a observar os mandamentos da Lei de Deus.
     Finalmente, vamos refletir sobre a expressão que Deus usa: “através das vossas gerações”. Isso nos faz pensar que Deus não estava falando para o bem dos israelitas daquele tempo somente. O que Ele disse a eles diz respeito a nós também, hoje, assim como diz respeito àqueles que virão depois de nós – não na forma externa do sinal escolhido, que, naturalmente, muda, mas no significado e finalidade específica, não devemos perder de vista, se estamos respeitando a ordem das coisas como Deus as criou. Porque a Lei nos vem de Deus e não muda, é imutável como Ele mesmo é imutável. 


Liliane Maria-CMM

Modéstia e recolhimento na assistência ao Santo Sacrifício da Missa, Parte II

sexta-feira, 1 de abril de 2011

      Uma mulher, que entra na Igreja com um traje imodesto e chamativo, atrai para si todos os olhares, e queira Deus não atraia também os corações, arrebatando ao Senhor as devidas adorações.
     Não é preciso excitar as pessoas a assistir todos os dias à Santa Missa; já são por demais levadas a frequentar as igrejas. O importante será fazer-lhes compreender com que modéstia e respeito devem portar-se na casa de Deus, especialmente quando se celebra a Santa Missa.
     Tanto mais me edificam senhoras da nobreza e princesas que só aparecem diante dos altares vestidas com simplicidade, sem luxo nem elegâncias refinadas, quanto me escandalizam certas pretensiosas que, com os seus penteados ridículos e ares de actrizes, assumem poses de deusas no lugar santo.
     A bem-aventurada Ivete teve, certo dia, uma visão, que devia inspirar a essas pessoas o temor respeitoso e reverente da Santa Missa. Ao assistir ao Santo Sacrifício, viu essa nobre flamenga um espectáculo terrível. Perto dela estava uma dama distinta, cujo olhar se fixava aparentemente no altar; mas não era para seguir o Santo Sacrifício, nem para adorar o Santíssimo Sacramento que ia receber; mas sim para satisfazer uma paixão impura.
     À volta dela apresentou-se um grande número de demônios que dançavam e se expandiam em demonstrações de regozijo.Quando se levantou para se dirigir à mesa sagrada, uns dos demônios seguraram-lhe a cauda do vestido, outro ofereceu-lhe o braço enquanto ainda outros serviam-lhe de corte e prestavam-lhe vassalagem como se fosse a sua senhora.
     No momento em que o sacerdote descia do altar com a Sagrada Hóstia na mão a fim de dar a Santa Comunhão àquela infeliz, pareceu à Bem-aventurada Ivete que o Salvador abandonava as santas espécies e voltava para o Céu, repugnando-Lhe entrar num coração tão rodeado de espíritos das trevas.
      Aterrorizada por semelhante visão, tão impressionante, a Bem-aventurada Ivete dirigia humildes preces a Nosso Senhor, que lhe revelou a causa de tudo aquilo; fazendo-a ver que aquela mulher alimentava uma paixão desordenada por uma pessoa que se encontrava próxima do altar; e que durante toda a Santa Missa, em vez de se ocupar dos Santos mistérios a contemplava com olhares impuros, desejando mais agradar-lhe do que agradar a Deus. Por isso rodeavam-na os demônios e serviam-lhe de corte.
     Dir-me-eis que não sois do número dessas infelizes criaturas; creio com agrado e boa vontade. Se, entretanto, ides à Igreja com trajes dignos de escândalo, mereceis todas as censuras e reprovações. Ao procederdes desse modo, transformais o templo sagrado em covil de ladrões e salteadores; já que roubais a Deus a honra, pelas distrações que provocais nos sacerdotes, nos sagrados ministros e em todo o povo.
     Cuidai e tende pressa em considerar e tomar a resolução de imitar Santa Isabel da Hungria. Para assistir ao Santo Sacrifício da Missa, esta piedosa rainha dirigia-se com grande pompa à Igreja. Mas, ao iniciarem-se os divinos mistérios, tirava da cabeça a coroa e os anéis dos dedos; depunha os seus adornos e cobria-se com um véu, ficando em atitude tão modesta que nunca foi vista desviar sequer os olhos do altar, onde estavam fixos. Tudo isto agradou de tal modo a Deus que quis manifestá-lo a todos: durante a Santa Missa, Isabel aparecia resplandecente de luz; envolta em tanta claridade que se velavam de deslumbramento os olhos dos assistentes. Parecia-lhes contemplar um anjo do Paraíso.
     Imitai exemplo tão ilustre, certas de que agradareis a Deus e aos homens, e de que a Santa Missa será para vós de muito proveito: nesta vida e na outra.

(São Leonardo de Porto Maurício, "As excelências da Santa Missa")

Fonte:http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com

Recolhimento e modéstia na assistência ao Santo Sacrifício da Missa

«Recolhimento, modéstia e silêncio

     Era opinião de São João Crisóstomo, opinião aprovada e confirmada por Gregório, no quarto dos seus Diálogos, que, no momento em que o padre celebra a Missa, os céus se abrem, e multidões de Anjos descem do Paraíso para assistir ao santo Sacrifício.
     São Nilo abade, discípulo de São João Crisóstomo, afirma que via, quando este santo doutor celebrava, uma grande multidão daqueles espíritos celestes a assistir os ministros sagrados nas suas augustas funções.
     Eis o meio mais adequado para assistir com fruto à Santa Missa:Consiste em irdes à Igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes, diante do altar, como o faríeis diante do trono de DEUS, em companhia dos Santos Anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que DEUS costuma conceder àqueles que honram, com a sua piedosa atitude, mistérios tão santos. Entre os hebreus, enquanto se celebravam os sacrifícios da antiga Lei, nos quais se ofereciam apenas touros, cordeiros e outros animais, era coisa digna de admiração ver com quanto recolhimento, modéstia e silêncio o povo todo acompanhava. E, se bem que o número de assistentes fosse incalculável, além dos setecentos ministros que sacrificavam, parecia, no entanto, que o templo estava vazio, pois não se ouvia o menor ruído, nem um sopro.
      Ora, se havia tanto respeito e veneração por esses sacrifícios que afinal não eram mais que uma sombra e figura do nosso, que silêncio, que atenção, que devoção não merece a Santa Missa, na qual o próprio Cordeiro Imaculado, o Verbo de DEUS, se imola por nós?!
     Bem o compreendia Santo Ambrósio. No testemunho de Cesário, quando ele celebrava a Santa Missa, após o Evangelho, voltava-se para o povo, exortava-o a um piedoso recolhimento e impunha a todos guardar o mais rigoroso silêncio, não só proibindo a menor palavra, mas ainda abstendo-se de tossir ou fazer qualquer ruído. E era obedecido. Quem quer que assistisse à Santa Missa do santo Bispo, sentia-se tomado de profundo respeito e comovido até ao fundo da alma, tirando assim grande proveito e acréscimo de graças.

(São Leonardo de Porto Maurício, "As excelências da Santa Missa")

Fonte:http://a-dignidade-da-mulher-catolica.blogspot.com