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A origem das vestes

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Salve Maria Puríssima!

É importante preocupar-se com a forma de se vestir? 

No Livro de Gênesis no Cap. 2, 25 vemos que o homem e a mulher viviam nus e não se envergonhavam, mas, logo depois da queda houve uma preocupação em relação ao vestir-se, ao cobrir o corpo: "Então os seus olhos abriram-se; e, vendo que estavam nus, tomaram folhas de figueira, ligaram-nas e fizeram cinturas para si" (Gn 3, 7). E o mais interessante em tudo isto é notar que a forma da qual Adão e Eva se cobriram não agradou a Deus, então o próprio Deus faz uma veste, uma roupa para o casal: "Iahweh Deus fez para o homem e sua mulher túnicas de pele, e os vestiu" (Gn 3, 21). E porque será que Deus fez túnicas? Porque na túnica está presente todos os padrões exigidos pela modéstia, a túnica cobre todo o corpo e não marca, isto é, não deixa transparecer a forma do corpo.  A veste que Deus faz é bem diferente da veste que o casal havia feito. Provavelmente a roupa que o casal havia feito tampava somente os genitais e agora Deus faz uma que cobre todo o corpo. Deus sabe a desordem que o pecado causou no casal e que por isto a veste não podia cobrir somente os genitais.

Com isto, vemos como a questão das vestes entra no mundo, e que pelo fato do próprio Deus ter feito uma veste, mesmo que o casal já tivesse feita uma, nos mostra que não é qualquer forma de se vestir e de cobrir o corpo que agrada a Ele. Por isto, a veste, a roupa, é uma consequência do pecado. E de lá para cá sempre houve uma preocupação da Igreja em relação ao vestir-se. Até mesmo na Igreja Primitiva vemos esta preocupação com o vestir, o Apóstolo São Paulo diz: "Quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade" (I Tm 2, 9).

Deus quer então que usemos vestes honestas, isto é, vestes que não seja uma ocasião de pecado, como nos exortou o Papa Pio XII: "Se certo tipo de vestimenta constitui uma ocasião grave e imediata de pecado, e põe em perigo a salvação de sua alma e de outros, é seu dever desistir de usá-lo". 

Devemos nos preocupar com o nosso vestir, porque ele nos revela quem nós somos:

A VESTE de um homem, seu sorriso e o seu andar revelam o que ele é” (Cf. Eclesiástico 19, 30), isto na Tradução da Bíblia Jerusalém.

Já na Tradução da Ave-Maria está assim: “As VESTES do corpo, o riso dos dentes, e o modo de andar de um homem fazem-no revelar-se” (Cf. Eclesiástico 19, 27). E Santo Ambrósio ajunta que “na atitude corporal se vê a disposição do espírito” e que “o movimento corporal é como uma voz da alma”.

Daí a afirmação de Ambrósio: pelos movimentos exteriores é que julgamos se um homem, no fundo do seu coração, é leviano, arrogante ou perturbado; ou se, pelo contrário, é ponderado, constante, puro e amadurecido”.

Também o Catecismo da Igreja Católica nos ensina que: "A atitude corporal (gestos, roupa) há de traduzir o respeito, a solenidade, a alegria deste momento em que Cristo se torna nosso hóspede" (Catecismo da Igreja Católica n. 1387).

Vemos também que a questão das vestes, sempre foi uma preocupação da Igreja:

Papa Pio XII disse: Agora, muitas meninas não vêem nada de errado em seguir certos estilos desavergonhados, assim como muitas ovelhas. Elas certamente enrubesceriam se pudessem adivinhar a impressão que elas causam e os sentimentos que despertam em quem as vê”. (Alocução às Filhas de Maria Imaculada, 17 de julho de 1954).

Elas certamente enrubesceriam (a palavra enrubescer, significa, tornar-se vermelho)  se pudessem adivinhar a "impressão que elas causam e os sentimentos que despertam em quem as vê" afirma o Papa. Realmente dependendo da veste, curta, transparente, apertada e etc, gera um sentimento de pecado em quem vê. Pecados como, a impureza dos olhos, dos pensamentos, da masturbação, de adultério, já que Jesus nos adverte dizendo: "todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração" (Mt 5, 28).

Por isto afirma Santo Agostinho: “Em todos os vossos movimentos, nada se faça que ofenda os olhos de quem quer que seja, mas só o que convém à vossa santidade”.

o Papa Bento XV expressou seu choque por causa das mulheres que abraçam as tendências da moda. Ele escreveu: “Não se pode deplorar suficientemente a cegueira de tantas mulheres de qualquer idade e posição. Feitas de bobas por um desejo de agradar, elas não veem em que medida a indecência de suas roupas choca a cada homem honesto e ofende a Deus. A maioria delas ficaria enrubescida por causa deste tipo de vestuário, como por uma falta grave contra a modéstia cristã. Agora não basta exibir-se em vias públicas, elas não temem cruzar o limiar de igrejas, para assistir ao Santo Sacrifício da Missa, e até mesmo carregar o alimento sedutor das paixões vergonhosas para a mesa eucarística, onde se recebe o Autor da Pureza Celestial. E nem vamos falar das danças exóticas e bárbaras recentemente importadas para os círculos da moda, uma mais chocante que a outra; não se pode imaginar nada mais adequado para banir todos os resquícios de modéstia.” (Carta Encíclica Sacra Propediem, 6 de janeiro de 1921.)

Papa Pio XII: ”Ó mães cristãs, se vocês soubessem o que um futuro de ansiedades e perigos, de dúvidas depressivas, de mal suprimida vergonha vocês preparam para seus filhos e filhas, deixando-os imprudentemente acostumados a viver escassamente vestidos e fazê-los perder o senso de pudor, vocês teriam vergonha, e temeriam o dano que vocês estão causando a vocês mesmas, os danos que vocês estão causando a essas crianças, a quem o Céu confiou a vocês para serem educadas como cristãs”. (Alocução às Meninas da Ação Católica, 22 de maio de 1941.)

São João Crisóstomo instruiu as mulheres de todos os tempos sobre o vestuário, quando no século IV, ele declarou:

“Você carrega suas armadilhas e espalha suas redes em todos os lugares. Você alega que nunca convidou os outros ao pecado. Você não fez isso, certamente, por suas palavras, mas você tem feito isso através do seu vestuário e do seu comportamento. … Quando você fez com que outro cometesse pecado em seu coração, como pode ser inocente? Diga-me, quem é condenado neste mundo? Quem os juízes punem? Aqueles que bebem veneno ou aqueles que o preparam e administram a poção fatal? Você preparou o copo abominável, você tem dado a morte como bebida, e você é mais criminosa do que aqueles que envenenam o corpo, você assassina não o corpo, mas a alma. E não é aos inimigos que você faz isso, nem por qualquer necessidade imaginária, nem provocada pela injúria, mas por tola vaidade e orgulho.”

Num documento mais recente do ano de 1995 vemos que as coisas não mudaram, mas mostra que o pensamento da Igreja continua sendo o mesmo. Quero colocar aqui um parte do documento para que ninguém diga que as coisas mudaram depois do concílio Vaticano II.

O pudor e a modéstia:

"A prática do pudor e da modéstia, no falar, no agir e no vestir, é muito importante para criar um clima apropriado à conservação da castidade, mas isto deve ser bem motivado pelo respeito do próprio corpo e da dignidade dos outros. Como já se mencionou, os pais devem vigiar a fim de que certas modas e certas atitudes imorais não violem a integridade da casa" (Conselho Pontifício para a família, Sexualidade humana: verdade e significado n.56).


"O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir" (Catecismo da Igreja Católica n. 2522).

Por: Hélio Maria

Roupa não é importante?

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

SALVE MARIA IMACULADA!


Isto vale para os homens também: na dobra das nossas roupas devemos glorificar e enaltecer a Deus. 

A Igreja e a Modéstia

quarta-feira, 15 de maio de 2013


    A Igreja sempre ensinou a necessidade e o valor da virtude da modéstia ao afirmar que todo pecado contra a pureza é grave. O Catecismo da Igreja resume desta forma sua importância: “A pureza exige o pudor. Este é uma parte integrante da temperança. O pudor preserva a intimidade da pessoa. Consiste na recusa de mostrar aquilo que deve ficar escondido. Está ordenado castidade, exprimindo sua delicadeza. Orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e de sua união… O pudor é modéstia. Inspira o modo de vestir… Torna-se discrição… O pudor inspira um modo de viver que permite resistir às solicitações da moda e à pressão das ideologias dominantes.”[1]

     A virtude da modéstia tem vários aspectos, entre eles a “aparência exterior”.[2] O problema é que, enquanto não se discute que a virtude da modéstia é necessária para agradar a Deus e é muito importante para nossa santificação[3], a ignorância da nossa geração no campo da sexualidade gera uma grande confusão quando se trata de decidir, na prática, o que é ou não modesto em relação à veste.

     O vestido longo, tanto no cumprimento, como na gola e na manga, era o vestido clássico de qualquer mulher cristã até o fim do século XIX. Olhemos para esta imagem da mãe de Santa Teresinha ou para esta foto que está a mãe de Santa Gianna e veremos como, não muito tempo atrás, a pele do corpo da mulher simplesmente não aparecia: a roupa servia justamente para cobri-la. Quem nos ensinou isso foi o próprio Deus que depois do pecado original, frente à nudez de Adão e Eva, não Se satisfez com a folha de figueira e lhes deu túnicas, cobrindo totalmente seus corpos para assim revelar a sua dignidade: “A pureza de coração é a condição prévia da visão [de Deus]. Desde já nos concede ver segundo Deus… permite-nos perceber o corpo humano, o nosso e o do próximo, como um templo do Espírito Santo, uma manifestação da beleza divina.”[4]

     Mas com a depravação da moda, a veste além de não cobrir a pele ainda ressalta – com decotes, fendas, transparências, mini-cumprimentos, etc. – partes do corpo feminino que deveriam ficar absolutamente e sempre ocultas: as partes íntimas e conexas do corpo feminino[5].

     É tão avassalador este processo de depravação e uniformização[6] da maneira de vestir feminina que a “moda-prostituta” conseguiu cegar até as católicas. Muitas vezes nem se dão conta que estão de mãos dadas com satanás, servindo seu corpo como vitrine para ele levar a sua alma e a dos outros para o inferno. Eu mesma fui escrava desta moda, mas chegou a hora de sermos escravas de Nosso Senhor e Nossa Senhora!

     Com a graça de Deus e intercessão da Imaculada somos capazes de sairmos deste inferno da moda mundana e entrarmos no Reino, que começa aqui mesmo quando nossos olhos e coração coincidem com a visão correta sobre a veste, ensinada pela Igreja. Praticaremos então com maior facilidade a regra de ouro dada pelo Papa Pio XII:“um estilo jamais deve ser uma ocasião próxima de pecado.”[7]

     Mas se é fácil entender que um estilo “não deve ser ocasião de pecado”, não é tão fácil encontrar um grupo que, trabalhando pela modéstia cristã, consiga estar unanimemente de acordo com os critérios para decidir se uma roupa é modesta ou não.

     Estamos numa sociedade tão imodesta que, se antes era a calça ou a mini-saia que escandalizava, agora é a saia longa (e modesta) que faz todo mundo olhar para a mulher como se ela estivesse vestindo “algo que não lhe pertence”. Frente a esta confusão, temos uma proposta, que difere daqueles grupos que, além de não obedecerem ao critério mínimo de modéstia exigido pela Igreja, ainda confundem a muitos com o discurso de “modéstia” e a prática de “imodéstia” nas imagens de seus sites, blogs, etc. Se cada um escolhe o que é ser “modesto” então não reina Nosso Senhor, mas satanás pois a divisão se instala e não existe a ordem que reflete a soberania de Deus e de Sua Igreja.

Qual a proposta do Site Moda e Modéstia?

   Em primeiro lugar obedecer ao critério dado pelo Magistério da Santa Igreja que diz[8]:

“Para que a uniformidade no entendimento (a respeito da modéstia) prevaleça (…) recordamos que um vestido não pode ser chamado de decente se é cortado mais que a largura de dois dedos sob a cova da garganta, se não cobre os braços pelo menos até os cotovelos, e se mal chega até um pouco abaixo dos joelhos. Além disso, os vestidos de materiais transparentes são impróprios.”

Devemos entender bem este ensino para não sermos confundidos: lemos nele as palavras “pelo menos…” e “mal chega…” dando a entender que este é o critério mínimopara que uma veste seja considerada modesta. O ideal, torna-se óbvio, é a veste que cobre todo o corpo: manga até o pulso e saia até o tornozelo, sem revelar nem expor a forma do corpo de maneira inadequada, inclusive o colo feminino. Se num primeiro momento parece exagerado tal proposta lembremos da imagem de homem bem vestidoque temos – calça, camisa e paletó (cobrindo por tanto todo o seu corpo) – e veremos que o problema está na corrupção ocorrida na moda feminina.

- Em segundo lugar faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que as mulheres se sintam chamadas a alcançar o ideal (e não apenas o mínimo de modéstia no seu vestir). Para tal fim, disponibilizamos os Documentos, artigos, fotos, vídeos, e qualquer outro meio que encontrarmos para acender no coração de cada uma o desejo de querer ser, de fato, exemplo nesta sociedade. Este é o dever de toda mulher católica, que inclui estar vestida decentemente, como lemos num discurso do Papa Bento XV[9], elogiando a meta que se propôs a então União de Mulheres Católicas Italianas:

     “Apressemo-nos, ao contrário, em alegrar-nos pelo propósito que foi feito de garantir que a mulher católica sinta, além do dever de ser irrepreensívelo dever de mostrar-se tal em seu estilo de vestir. Tal propósito manifesta a necessidade do bom exemplo que deve dar a mulher católica; e oh! quão grave, quão urgente é o dever de repudiar os exageros da moda! Isso surge da corrupção dos seus inventores, dando uma contribuição fatal para a grande corrupção geral dos costumes!”

-      Sobre o uso da calça pela mulher, acolhemos com docilidade a Notificação do Cardeal Siri, que com caridade pastoral nos ensinou, de modo profundo e com autoridade, o gravíssimo problema moral desta peça. Apesar deste tema ter se tornado fonte de inúmeros debates, ele não é um tema polêmico, como alguns querem colocar. Ele é bem simples, mas exige o desapego à calça, e isso para muitas de nossas irmãs exige a prática de virtudes heróicas. Selecionamos aqui os artigos referentes a este tema para animar a cada uma dar este grande passo: deixar de usar a calça. Se te parece difícil – ou impossível – não desista: recorra à Mãe Imaculada. Com certeza Ela te mostrará como é doce e suave o poder se vestir de modo verdadeiramente feminino.

     Tenhamos sempre no coração aquele Hino de Fátima: “Vesti com modéstia, vesti com pudor, olhai como veste a Mãe do Senhor”, para que olhando para a Mãe nos sintamos acolhidas para começar e avançar sempre neste santo caminho da modéstia no vestir!

Nossa Senhora Modestíssima, rogai por nós. Amém.


[1] CIC 2521-2523

[2] Para o estudo da modéstia indicamos o livro (apenas em inglês) Handbook of Modesty.

[3] Em Fátima, Nossa Senhora disse que o pecado da carne é que leva mais pessoas para o inferno. Se o Catecismo ensina que a modéstia protege a pureza – virtude que leva a pessoa a fugir do pecado da carne – então nada mais urgente do que ensinar e viver a modéstia no vestir como uma forma de proteger a dignidade e salvar a nossa alma e a dos irmãos.

[4] CIC 2519


[5] Seios e nádegas e partes relacionadas: coxa e ante-braço e colo.

[6] Com o eufemismo de “seja você mesma”, jamais se viu na moda a uniformização que a “calça jeans e camiseta” conseguiu fazer no guarda-roupa feminino.


[8] Instrução sobre a modéstia dada no dia 4 de setembro de 1928, pelo Cardeal Cardeal Basilio Pompili, Vigário do Papa Pio XI. Fonte: Livro “Dressing with Dignity” de Collen Hallmond.

Peça-Chave: bolero

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Salve Maria Imaculada!

Primeiramente Santo Natal e feliz ano novo (atrasadíssimos... =] ). 
Você possuía suas roupas e um conceito de como se vestir desde quando era mais jovem, então num determinado momento, através de uma palestra, blog ou livro você redescobre uma virtude que estava esquecida: a modéstia, que lhe diz que todo seu guarda-roupa e seus conceitos estão errados. Não é fácil, mas quando você a descobre, você sabe que ela está certa e você errada, nasce o desejo de mudar... É fácil mudar o guarda-roupa de uma vida inteira? Não mesmo; demora muito e custa muito, porém as peças-chaves resolvem isso, pois são roupas que combinam facilmente e muito maleáveis. 
A peça-chave de hoje é o bolero. Ele é bastante útil pois 'dá' mangas à vestidos e blusas e o preço  é bem em conta.
Preto e Cinza, cores mais simples para se combinar.



Essa foto a Luciana (Teus Vestidos) postou para falar sobre modelos de saias, mas o que
me atraiu foi o modelo do bolero (ou será um casaqueto?) enfim, o botão
mais alto, próximo ao pescoço fecha o decote que a blusa ou vestido
possuir.
 Pequenina escrava de Amor da Santíssima Virgem Maria: Gislaide

Desafio: Mangas longas

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

SALVE MARIA IMACULADA!

Graças a Deus estamos vivendo uma época maravilhosa onde é possível encontrar saias modestas, mas... E quanto a blusa? É quase impossível encontrar uma blusa modesta nos dias de hoje. Alguém poderia dizer "Ah a mas isso é tolice! Existem zilhões de blusas a venda..."; eu respondo de que a blusa católica tem que ter manga longa até pelo menos o cotovelo, com um decote de no máximo dois dedos e seu tecido não pode ser transparente ou aderente ao corpo. Para explicar o porque desse padrão gostaria de adicionar a este post um texto extraído do blog "Maria Rosa":

2-  Ombros cobertos: sim, os ombros são áreas sensuais e que distraem bastante, por isso devem estar cobertos. É também por isso que roupas com mangas são exigidas para um visual modesto. Quanto mais finas forem as alças, mais distraem, mais dão a ideia de desnudamento. E se for tomara que caia (que nome mais indecente, não? Somente por aí vemos como é uma roupa bem ruim), é pior ainda. Pois simula mesmo a nudez. Já repararam que uma mulher usando tal peça, ao sentar-se de modo que o banco cubra a roupa, parece estar despida? Já vi várias vezes esse tipo de coisa em bancos de igreja… Dar a ideia de desnudamento, não é nada modesto. É provocativo. Use mangas. Sempre. De preferência como aquelas indicadas no documento da Santa Sé* (o último ou um dos últimos documentos sobre modéstia prática saídos do Vaticano), ou seja, até os cotovelos. Se não forem assim, até o cotovelo, que sejam fechadas no braço para evitar mostrar a parte que está dentro da roupa, ou seja, sua intimidade. Isso vale para homens e mulheres. Mas na Igreja, faça questão de usar os braços mais cobertos, no mínimo até o cotovelo ou bem perto deste. Vale fazer um esforço maior para estar na frente do Santíssimo, não acha?
Agora que você sabe o porque de usar uma manga longa, te lanço o desafio de encontrar blusas nesses padrões. Na internet temos alguns modelos:
Luciana Lachance



Luciana Lachance
Luciana Lachance


 Fácil atualmente não está, mas não é impossível, e além do mais é para Deus e sua Mãe Maria Santíssima. 


Pequenina escrava de Amor da Santíssima Virgem Maria: Gislaide



Você quer realmente um namoro casto?

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

“Que bela é a santa pureza! Mas não é santa nem agradável a Deus, se a separamos do amor. O amor é a semente que crescerá e dará frutos saborosíssimos com a rega que é a pureza. Sem amor, a pureza é infecunda, e as suas águas estéreis convertem as almas num lamaçal, num charco imundo, donde saem baforadas de soberba.” São Josemaria Escrivá


Graças a Deus vemos crescer o número de pessoas com vontade de viver um relacionamento casto, mas com a nossa fraqueza incitada pelo pecado original sempre inventamos desculpas pra viver um namoro com a intenção de ser casto, mas que na prática não é tão casto assim. 

Existem várias questões a ser tratadas sobre o assunto, mas algumas delas são de suma importância e são as que serão tratadas aqui, essas questões giram em torno de um fundamento básico para se ter um relacionamento casto, é a nossa disposição ao sacrifício e vontade de proteger o outro para que ele não caia em pecado, a abrir mão de certos prazeres e caprichos próprios de vaidade se eles forem ocasião de pecado.
Deste modo podemos formular duas perguntas básicas que o casal ou os solteiros que querem viver um namoro casto devem-se fazer e refletir bastante para verem se realmente estão querendo um relacionamento limpo, a primeira tem a ver com a modéstia e o pudor, não há a mínima possibilidade de um relacionamento ser casto se o casal não se porta - no modo de se vestir e agir - de forma modesta, pois a falta de pudor provoca situações de pecado. 

A segunda questão tem a ver com certas formas de carinho que acontecem no namoro que se tornam ilícitas por também colocar o casal em ocasião próxima de pecado. Antes de colocar as questões, como este é um assunto bastante amplo e discutido, ao final do texto deixarei alguns links referentes aos assuntos abordados, recomendo e gostaria muito que lessem a fim de um melhor entendimento sobre assuntos que são de tão importância, isso lhes esclarecerá muitas dúvidas que podem surgir após a leituras destas questões.
A primeira é: Você mudaria o seu modo de vestir-se? Sabendo que certas roupas são provocantes, que incitam o olhar, você abriria mão de usá-las trocando-as por roupas modestas a fim de proteger o outro de não cair no pecado do olhar? Quem provoca gera um pensamento impuro no outro, e isso é o estopim para uma ação do mesmo modo.
"A modéstia não diz respeito somente ao exterior, porque a maneira com que nos vestimos é um sinal do nosso interior. É um sinal de que não precisamos ficar nos "atirando" visualmente para os rapazes, na esperança de ganhar sua atenção. Tenha certeza que nós temos o poder de fazer as cabeças se voltarem para nós. Mas também temos o poder de fazer os corações se voltarem para nós. Podemos procurar conduzir esses corações para o paraíso ou para nós mesmas. Mas quando fazemos a atenção deles se voltar para as partes do nosso corpo, estamos convidando-os a nos "amar" pelas coisas erradas. " Cristalina Evert [1]
E a segunda: Você abriria mão de ter beijos íntimos até o casamento? Sabendo que este tipo de beijo sempre provoca a libido e conseqüentemente coloca o casal em ocasião próxima de pecado - o que já é um pecado em si - você abriria mão de tê-los para proteger seu (ua) namorado (a)?
"Outro tema que costuma passar por alto é a situação de um homem e de uma mulher que, sentados no carro, se beijam - "só isso, carinhosamente" - durante um bom tempo. Além a tentação de cair num pecado sexual, aqui há um problema. O propósito do namoro é chegar a conhecer a outra pessoa para ver se seria conveniente casar-se com ela. os beijos prolongados não ajudam a alcançar esse objetivo. Geralmente, faz-se isso por ser agradável, não para se chegar a uma descoberta interpessoal. De modo que, ainda que os beijos prolongados não provoquem excitação (o que poderia ser caso para uma consulta médica), são contraproducentes para o namoro. São pelo menos um pecado contra a virtude da prudência.[...] Pôr-se voluntariamente em perigo de pecar já é um pecado.' 
Pe. Thomas Morrow [2]
Bem lá no fundo você sabe que o que está escrito acima é verdade, então reflita: Quem ama de verdade quer proteger o outro e faz os sacrifícios necessários para que ele não caia em pecado. Você faria estes sacrifícios pelo bem do outro? Quem não está disposto a fazer sacrifícios no namoro não terá forças para suportar os sacrifícios que a vida matrimonial pedirá no futuro.

Que a Virgem Santíssima e o Glorioso São José, seu casto esposo nos conduzam a termo neste caminho, pois ele só vale a pena se o objetivo for a maior Glória de Deus.
Links recomendados sobre as questões acima:


Parresía “Pudor e Modéstia”, do Pe. Paulo Ricardo de Azevedo.
 Tiago Martins
[1] Trecho do livro "Pure Womanhood" (Pura Feminilidade) de Crystalina Evert, San Diego, Ed. Catholic Answers, 2008.
[2] Retirado do livro: Namoro Cristão em um mundo supersexualizado, Pe. Thomas Morrow

Fonte:http://materdei1.blogspot.com.br/

Roupa de Missa - três cenas

terça-feira, 16 de outubro de 2012




Antes de iniciar qualquer argumentação neste artigo, gostaria de tratar de algumas cenas que podem acontecer neste contexto:
Cena 1 - Domingo, antes da missa, o católico (ou a católica) abre seu guarda-roupa e veste-se normalmente: se está calor, o moço coloca sua bermuda e camisa regata, e a moça sua blusa de alça e com decote com uma calça de ginástica, a roupa da moda. Vai à missa, afinal, "o que importa é o que está no coração";
 

Cena 2 - Domingo, o católico se depara com seu guarda-roupa e precisa peneirar para encontrar alguma roupa que se adeque ao momento: a Santa Missa. Sabe que precisa vestir-se com "certa" modéstia, então procura alguma roupa que não tenha nada decotado ou seja muito curto. Vai à missa satisfeito, afinal, está comportado e vestido "próprio para a ocasião";

Cena 3 - Domingo, um católico abre seu guarda-roupa e entre todas as suas roupas escolhe aquela mais apropriada, ou seja, aquela que é a mais bonita, a mais nova etc, a "roupa de missa", como era chamada antigamente. Não que as demais roupas não sejam apropriadas, mas é bom sempre agradar um pouco mais a Deus.
 
Partindo destas três cenas, é fácil perceber qual está completamente incorreta: a primeira. O clichê "o que importa é o que está no coração" só é dito por aqueles que se recusam a fazer algo mais para Deus, que se esquecem sobre a sacralidade de seu corpo e acham que o que está no coração não precisa se refletir no exterior. Entretanto, o que a Igreja prega e sempre pregou é que a piedade também deve ser demonstrada externamente: de que adianta eu dizer que respeito e honro a Deus, se me coloco à frente dEle como me colocaria na frente de um qualquer, em uma praia ou na academia? Mas e se fosse uma visita a um Rei, ao Presidente, será que me vestiria assim? Deus pode não "precisar" que nos visitamos com nossas melhores roupas, mas nós precisamos demonstrar nosso respeito e adoração por Ele da melhor forma que pudermos, interna e externamente. E isso com certeza será muito mais agradável ao olhos dEle, se estivermos bem dispostos no interior e no exterior.
No entanto, a segunda e a terceira cena podem parecer ter pouca diferença, mas há uma diferença gritante entre ambos os católicos apresentados. A segunda cena mostra um católico que tem "roupa decente para ir à missa" e "roupa indecente, que não dá para ir à missa". Mas... então pode usar roupa indecente fora da missa? Esta definição de hoje de "roupa de missa" é muito diferente de outrora, é uma definição que demonstra que não estamos impregnados com a castidade, com a modéstia, com o pudor em nosso dia-a-dia. O simples fato de sair da porta da Igreja não nos dá o direito de usar um decote avantajado ou uma saia curta, "porque está na moda". Todo o dia é dia para se policiar no vestir, para sermos espelho de Deus, para darmos testemunho com nosso exemplo.
Já na terceira cena, a "roupa de missa" como sempre foi vista: aquela nossa melhor roupa, a roupa mais nova, a mais bonita. Posso não ter mais que duas peças de roupa, mas aquela que é a que eu mais gosto, então é esta que irei usar. Posso ter apenas roupas doadas, se minhas condições não permitem comprar roupas novas, mas "aquela" roupa, a mais bonita, é a que irei usar. E é isso que importa aos olhos de Deus: não é ter uma roupa que custe milhões, mas dar o nosso melhor a Ele. Não como no primeiro caso, onde a pessoa acha que basta dar o seu "melhor interior", mas sim doar-se por inteiro, da maneira que estiver ao seu alcance, para agradar a Deus, como aquela mulher que deu apenas algumas moedas, mas estas poucas moedas eram tudo o que tinha. E neste último caso, a pessoa já está inteiramente junto de Deus no seu vestir, não tem a idéia de que roupas decotadas e curtas só não podem ser usadas dentro da Igreja. Seu exterior reflete o seu interior em todos os lugares e, principalmente, dentro da casa de Deus e diante do Sacrifício da Cruz.

"Procuro que cada peça realce a dignidade da mulher"

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Opus Dei - Sofía Carluccio, modista.
Sofía Carluccio, modista.

Ela descobriu a profissão ainda pequena, vendo sua mãe reciclar roupas para vestir bem os filhos. Hoje,
Sofia Carluccio é desenhista de moda, tem sua própria coleção e procura viver os ensinamentos de São Josemaria no seu trabalho.

24 de abril de 2006

Sofia Carluccio, do Uruguai, desenhista de moda.

Formei-me no Centro de Desenho Industrial como desenhista na área de têxteis e modas. Minha profissão talvez já estivesse definida desde criança: tive a influência da minha mãe, que sempre gostou de reciclar roupas, entre outras coisas como forma de economizar para vestir a mim a aos meus dez irmãos. Creio que herdei dela essa veia artística.

Atualmente sou encarregada do desenvolvimento de produtos numa fábrica de confecções femininas e masculinas. A maioria dos produtos é exportada para o México, Estados Unidos, Brasil, Chile e Argentina.

Paralelamente, eu e uma amiga lançamos a nossa própria coleção e com ela participamos da semana da Moda no Uruguai, em agosto de 2001. Pouco depois nos convidaram para participar de um desfile no Museu Rally em Punta del Leste. Lá apresentamos uma coleção inspirada nos idos de 1925 — os primeiros anos desse balneário — que se denominou “O Entardecer” e foi muito bem recebida pelos especialistas.

As tendências do mundo da moda atualmente são ditadas pela Europa. Queremos participar dessa corrente e agregar a ela certos valores que consideramos fundamentais: a elegância, a harmonia... e procurar que cada peça realce a dignidade da mulher.

O mundo da moda é interessante, mas difícil. Alguns desenhistas procuram conceber modelos chamativos, buscando atrair a atenção, apelando para o recurso fácil do provocante. Uma coisa que vejo muito claramente é que a moda é para vestir e não para despir: isso é como um “leit motiv” para mim.

Desde que dei meus primeiros passos no mundo da moda me aconselharam que tivesse um critério firme e um sadio complexo de superioridade, porque o ambiente faz muita pressão. Neste aspecto, umas palavras de São Josemaria Escrivá me têm ajudado muito: “Hoje é  especialmente necessário intensificar o trabalho apostólico no campo da moda, para levar também o “bom perfume de Cristo” a este grande meio de influência social. Nosso desejo é encontrar a Deus neste setor – muitas vezes tão paganizado – da vida e dos costumes humanos, e procurar convertê-lo numa ocasião de apostolado, em algo que fale de Deus e a Deus nos leve”.

Na hora de desenhar, não procuro simplesmente que as pessoas estejam na moda, mas que combinem a modéstia com a elegância, através de pequenos detalhes e acessórios. Cada peça é pensada até os mínimos detalhes.

Trabalho com um grupo de costureiras muito profissionais que vivem nos diversos bairros de Montevidéu. Geralmente os ateliês são as suas próprias casas, e isso me dá a possibilidade de conhecer as suas famílias. Eu as incentivo e estimulo para que realizem o seu trabalho da melhor forma possível e na presença de Deus. Lembro-me de uma idéia de São Josemaria que me ficou muito gravada: os ateliês de moda podem ser instrumentos para fazer um apostolado eficaz. E percebo que além de poder ser feito na presença de Deus, esse trabalho pode ao mesmo tempo obter muito sucesso, porque são muitas as mulheres que agradecem e sentem-se bem com o estilo que tentamos plasmar.


Fonte:http://www.opusdei.org.br/art.php?p=15282

Jesus e as Modas

quarta-feira, 1 de agosto de 2012


Modas femininas e indecentes


Jesus manifesta a uma Irmã religiosa a Sua indignação com as "modas indecentes e escandalosas".

Mensagem de Nosso Senhor Jesus Cristo, dada à Irmã Concepcion Lopez de Soto, no dia 19 de Agosto de 1996.
(Grupo de Oração de Alcalá de Guadaira - Espanha).



" Ó mulher, repara em Mim, flagelado e coroado de espinhos!
Contempla as Minhas Chagas e as Minhas feridas...!

Depois, escuta e reflete:
Durante a Minha vida terrena, vivi como manso Cordeiro:
Fui ao Calvário sem abrir a boca; tratei com doçura a samaritana e ela converteu-se; comovi o coração de Maria Madalena, a pecadora, fazendo dela uma santa predilecta; ao cruzar as ruas da Palestina, pronunciava palavras de Luz, de Paz e de Amor; os Meus ensinamentos eram doces como o mel...

Mas um dia, ao lançar um Olhar divino por todos os séculos, vendo como o mal inundava impetuosamente todo o mundo e ultrajava os Meus templos... pronunciei palavras de fogo:
"Ai do mundo por causa dos escândalos! Ai de quem escandalizar! Seria melhor que lhe atassem uma pedra de moinho ao pescoço e o lançassem ao mar!"

Quem pronuncia este "ai", é um Deus abandonado por muitos sacerdotes, religiosos e leigos, que não vivem realmente o que Eu lhes preguei e ensinei.
Sou Eu, Jesus, que sofri tanto, para salvar as almas;
Sou Eu, o Juiz Supremo da Humanidade, dessa humanidade que, entre outros pecados graves, crucifica-Me novamente com as suas modas indecentes!
Eu pronunciarei a sentença eterna para cada alma: Paraíso, ou Inferno.

Reflete, mulher, que segues a moda licenciosa, e pensa com serenidade, um momento, sobre os graves escândalos que provocas aos que te olham, te desejam e te ferem com frases grosseiras, por causa das tuas roupas apertadas, transparentes, decotadas e curtas.

Oh, mulher, por que ultrajas os Meus templos, fazendo exibição do teu corpo?
Por que só te ocupas em tentar e agradar aos homens?
Por que transformas a minha Casa de Oração numa sala de anatomia, onde abundam cabeças, troncos, extremidades, e até as marcas da tua roupa interior?


Os Meus templos são profanados, por causa das tuas roupas, sensuais e provocadoras...
Diz-Me, mulher, as tuas virtudes aonde estão?
O teu pudor, a tua modéstia, a tua humildade, aonde estão?
As tuas modas, que tanto tentam, são diferentes das duma ateia?
Absolutamente nada diferentes!

Podes iludir-te a ti mesma, dizendo:
"Que mal há em seguir esta moda?... As outras mulheres também fazem-no; e há 'sacerdotes' que não a proíbem, e até aceitam-na"...!?
Esta ilusão é só tua, mas a realidade é muito diferente...

A conduta incorrecta de tantas mulheres, mesmo dizendo-se 'cristãs', não justifica a má conduta própria.
Se as outras mulheres se querem condenar, seguindo o que o mundo lhes prega, por que hás-de condenar-te também?

Todos os pecados que provocas, com as tuas calças compridas, shorts, mini-saias, blusas e vestidos transparentes e decotados, umbigos e costas descobertas,

"FILHAS, OLHEM MINHAS VESTES!
EU SOU MÃE E MODELO DA IGREJA".

fora e dentro da igreja, são imputáveis aos que te olham com malícia, mas

mais que a qualquer um deles, são imputáveis a ti mesma, que és a sua causa voluntária.

Eu, Legislador divino, disse:
"Se alguém olhar para uma mulher com malícia, já pecou em seu coração".
A Moral que Eu ensinei é una, inviolável e eterna, enquanto que as modas são muitas.

A minha Igreja não tem modas, o mundo tem-nas todas.
Se realmente Me amas, deves seguir a Minha Vida cheia de abnegação e sacrifício...
Por isso, deves abandonar as modas que atentam tanto contra a Moral e a Fé.

Estreita é a porta que conduz ao Céu, e larga a que leva ao Inferno; mas a maioria prefere esta última!
Estar contra as modas indecentes, não usando-as, é muito difícil; é necessário muito amor para Comigo, para assim não se deixar arrastar por elas...

Eu fui enviado ao mundo, não para fazer a Minha vontade, mas a vontade D'Aquele que Me enviou.
Tu foste enviada ao mundo não para viver, fazer e usar o que te agrada, mas para realizar a Minha santa Vontade.

"Ou estás Comigo, ou estás contra Mim"...
Ou estás Comigo, ou estás com as modas sem pudor...
O que escolheres, dar-te-á a eternidade da Minha Glória, ou a eternidade das penas do Inferno...

Quando a morte te arrancar deste mundo, cheio de vaidades e de luxos sem razão, e então chegares à Minha presença para seres julgada... vendo os pecados que os homens cometeram ao olhar para o teu corpo escassamente coberto, tu própria ficarás envergonhada...
Que pretexto poderás apresentar-Me?


Ai de ti, mulher, pelos teus escândalos!
Ai de ti, que perdeste o pudor e a vergonha!
Por que procedes assim?
Porque Me crucificas novamente, com os cravos da tua imodéstia?

Quando, de forma desrespeitosa e indigna, Me recebes na Sagrada Comunhão, quanta amargura sinto ao entrar no teu corpo, que é motivo de tantos pecados nos homens, e de mau exemplo para as poucas mulheres que tu, com desdém e desprezo, chamas de "antiquadas"!...
Asseguro-te que muitas dessas "antiquadas" já estão Comigo, enquanto que muitas dessas modernas sem pudor, já estão penando no Inferno...

Os Matrimónios que se celebram, também esbofeteiam o Meu Rosto, quando as noivas e madrinhas se aproximam do altar meio-despidas, assim como muitas das suas convidadas...


Têm uma hipocrisia tal que, mesmo seminuas, levam pendurada ao pescoço uma vistosa cruz metálica, sinal falso da sua 'religiosidade'.
A verdade é que são "sepulcros caiados", cheios de luxo por fora... mas vazios de piedade e caridade por dentro...

" Ai, ai de todos aqueles sacerdotes, que toleram por leviandade, ou não querem proibir por covardia, que espezinhem e profanem os Meus templos com a nudez das modas!
Muitos deles deixam-se seduzir pela sua presença, e não querem ser rigorosos no cumprimento dos seus deveres...

Eu fui atraiçoado por um falso apóstolo.
E hoje, há maus sacerdotes, religiosos e leigos, que de forma clandestina, estão a trabalhar para destruir a Minha Igreja!
Falseiam a Minha Doutrina, permitindo quase tudo e gerando um 'cristianismo' adulterado...

Nos Meus templos, vêem-se as coisas mais profanas, como por exemplo: maquiagens, penteados exóticos, tatuagens, jóias, amuletos, óculos de sol, finos e raros tecidos...
Outros, por sua vez, dedicam-se a: comer, fumar, mastigar pastilhas elásticas, conversar, dormir, estudar, namoriscar, cruzar as pernas, aplaudir, dançar, cantar e tocar canções e músicas profanas, bisbilhotar, passear, admirando obras de arte, tirando fotos durante a Santa Missa, etc., como se estivessem num piquenique...!?
Pobres delas e deles!









Estão convertendo as minhas Casas de Oração em lugares de grandes pecados e espetáculos!... e ninguém sai em Minha defesa!
Todos se calam e fogem... ninguém vê nada... e negam-Me, como quando Me crucificaram!...
Ninguém se arrisca por Mim, e todos lavam as mãos como fez Pilatos...
Aonde estão os que consagraram a sua vida a Mim?
                                                            

Se um político, um desportista, um artista, lhes diz: "Façam isto, usem aquilo", todos lhe obedecem, ou imitam-no...
Eu, por Minha vez, prometo-lhes a Glória eterna, se cumprirem os Meus Mandamentos, e quase ninguém faz caso dos Meus convites e preceitos!

Ai, ai das Minhas religiosas, que nas suas instituições e colégios, não ensinam as suas alunas sobre a sã e correcta maneira de se vestirem!
Ai, ai das freiras, que adaptam o seu vestuário ao das mulheres mundanas, pois os vossos pecados estão a esgotar a minha paciência!

Ai, ai dos pais e mães, que seguindo o ritmo imoral das modas, pervertem os seus filhos com o uso das mesmas, tornando-os motivo de escândalo!
Ai, ai de todos os seculares, que não se resolvem a aconselhar com energia tantos irmãos equivocados, sobre a necessidade e obrigação de abandonar as modas e acções que desvirtuam o Meu Evangelho!

Ai, ai de todas aquelas pessoas que, de uma ou outra maneira, fomentam, comercializam e permitem toda a espécie de despudor!
Sei muito bem que quereis corromper a mulher, para assim, com mais facilidade, destruirdes a Minha Igreja, a Família e a Pátria...


" A todas as pessoas, Eu digo:

É responsável pelo pecado quem o comete, assim como quem tem o dever de impedi-lo, mas covardemente não o contraria, tornando-se seu cúmplice...
["Tomam-se medidas severas para lutar contra a fome, as pestes, a pobreza e as impurezas da atmosfera, mas tolera-se, com complacência, a contaminação das almas, do espírito" - S. S. Paulo VI] .

A Minha Justiça destruiu as cidades imorais de Sodoma e Gomorra.
Mas, pior será o castigo que terá lugar, dentro de pouco tempo, como o vem anunciando a Minha Santíssima Mãe, em La Salette, Lourdes, Fátima, Garabandal, Medjugorje e em tantos outros lugares.
Oh, almas, que viveis no lodo moral, na vida cristã fácil, cómoda e libertina, semeando por toda a parte a morte espiritual, olhai-Me crucificado!...

Meditai sobre o Inferno, onde caem e já caíram tantas almas que, no seu tempo, viveram mal, dando-se a todos os caprichos, prazeres, vaidades, modas e divertimentos pecaminosos, etc...
O que será de todos vós?

As mulheres que, quando viveram, eram louvadas, aplaudidas, admiradas, imitadas e perseguidas por tanto exibicionismo dos seus corpos; agora, quem se recorda delas?
Onde estão as suas conquistas? Onde estão o seu dinheiro, suas jóias e fama? Onde estão os seus corpos, que tanto mostravam e provocavam?



O fogo eterno os consome, fogo que devora e não mata!...
Pelo contrário, as mulheres que aqui viviam modestamente, suportando azedas críticas e dolorosas zombarias, por causa do seu pudor e do respeito para Comigo, gozam agora a Felicidade eterna, na companhia Minha e da Santíssima Mãe!
'Se a tua mão, o teu pé, o teu olho, ou... As tuas modas, são motivo de escândalo, corta-os e atira-os para longe de ti, pois mais vale entrares sem eles no Reino dos Céu, do que caíres com os mesmos no fogo eterno'...
Quem teme e respeita os homens e as modas, mais do que a Mim, não é digno de Mim.

A todos os homens e mulheres, Eu digo:

Apartai-vos das modas ofensivas e pecaminosas... ainda que percais a família, os amigos, o dinheiro, a fama, ou a própria vida.

Aos Meus fiéis bispos, sacerdotes, religiosos e seculares, convido-os a que, com prudente valentia, defendam a Minha causa e os Meus templos, do aviltamento das modas obscenas e vergonhosas.
Caso contrário, o braço da Minha Justiça cairá severamente, sobre todos aqueles que têm a obrigação de dar testemunho da Minha Vida.
'Bem-aventurado quem escuta as Minhas Palavras e as põem em prática!' "


NOTA FINAL:
Posteriormente, consultou-se a Nosso Senhor, sobre se esta Mensagem podia ser forte e ferir certas pessoas, ao que Ele respondeu:
"Ainda que faleis palavras de verdade que possam ferir... essas feridas serão de salvação.
Falai a Verdade, porque a verdade só pode ferir aqueles que não pertencem à Verdade...
E essas palavras procedem do Meu Espírito.
Ainda vos digo mais: Não gosto da covardia.
Eu não Me ocultei para falar as Palavras do Pai"...

Observações:
Em consciência e sem medo, cada um é livre de aceitar e difundir esta Mensagem, por amor de Jesus e Maria.
Esta mensagem foi traduzida do espanhol, e é proveniente de "Grupos de Oração de Alcalá de Guadaira". Calle Castilho de la Aguzadera, 1 - 41500 Alcalá de Guadaira – Sevilha - Espanha.

# Palavras da Beata Jacinta, vidente das Aparições de Nossa Senhora de Fátima:

"Os pecados que levam mais almas ao Inferno, são os pecados da carne...
"Virão certas modas que ofenderão muito a Nosso Senhor".