Modéstia no falar

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

SALVE MARIA IMACULADA!



     A Modéstia não pára somente na roupa, mas também no modo de falar, e um assassino da Modéstia no falar é a gíria. Ela tornou-se tão comum que até mesmo pessoas idosas falam frequentemente.
     Mas porque não pode falar gíria? Nossa, mas esse povo gosta de inventar cada coisa...
Porque não usar gírias? É simples: Nossa Senhora se vivesse no ano de 2011 não as falaria, e Nossa Senhora é o modelo perfeitíssimo formado pelo Espirito Santo para que o imitemos [Art. 260 do Tratado da Verdadeira Devoção].



     Agora olhando para essa mocinha da foto acima, vemos toda uma feminidade, mas se ela abrisse a boca e falasse essas gírias sua feminidade iria evaporar no ar.
     Modéstia e gírias são inimigas pois esta última assassina a modéstia, tanto das mulheres quanto dos homens.

     Difícil é quando se nasce falando gírias porém não é impossível. Lembremos da Virgem Maria.

Escrito por:Gislaide Rodrigues da Silva

Com uma declaração dessa ainda pode haver dúvida?

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

SALVE MARIA IMACULADA!
     Não que a senhora Dilma seja um exemplo a ser seguido, mas sua declaração é bem interessante. Em entrevista ao fantástico ela é questionada pelo frequente uso de saias e vestidos:
Patrícia: É impressão minha ou a senhora tem usado mais saia, mais vestidos?
Dilma: Ah, eu tenho usado.
Patrícia: Hoje, por acaso, a senhora não está usando, mas eu tenho visto.
Dilma: Eu tenho usado mais saia do que antes. Eu poderia continuar usando só calça comprida, mas eu acho que pelo fato de eu ser mulher tem horas que eu tenho de afirmar essa característica feminina.
Precisa de mais algum comentário? Saia e vestido realçam a nossa feminidade.

Escrito por:Gislaide Rodrigues da Silva

domingo, 4 de setembro de 2011


Imodéstia - noiva do diabo

     Uma mulher, que entra na Igreja com um traje espaventoso, atrai todos os olhares, e queira Deus não atraia também os corações, arrebatando ao Senhor as devidas adorações. Não é preciso excitar estas pessoas a assistir todos os dias à Santa Missa; já são demais levadas a freqüentar as igrejas. O importante será fazer-lhes compreender com quemodéstia e respeito devem portar-se a casa de Deus, especialmente quando se celebra a Santa Missa. Tanto mais me edificam senhoras da nobreza e princesas que só aparecem ante aos altares vestidas simplesmente, sem luxo nem elegâncias refinadas, quanto me escandalizam certas pretensiosas que, com seus penteados ridículos e ares de atrizes, assumem poses de deusas no lugar santo.

      A bem-aventurada Ivete teve, certo dia, uma visão, que devia inspirar a essas pessoas o temor respeitoso da à Santa Missa. Ao assistir à Santa Missa viu essa nobre flamenga um espetáculo terrível. Perto dela estava uma dama distinta, cujo olhar se fixava aparentemente no altar; mas não era para seguir o Santo Sacrifício, nem para adorar o Santíssimo Sacramento que ia receber, e sim, para satisfazer uma paixão impura. Em volta dela estavam um grande número de demônios que dançavam e se expandiam em demonstrações de regozijo. Quando ela se levantou para se dirigir à mesa sagrada, uns lhe seguraram a cauda do vestido, outro lhe ofereceu o braço enquanto outros lhe faziam cortejo e serviam-lhe como a sua senhora. No momento em que o sacerdote descia do altar com a Santa Hóstia na mão a fim de dar a comunhão àquela infeliz, pareceu a Ivete que o Salvador abandonava as santas espécies e volvia ao Céu, repugnando-Lhe entrar num coração assim rodeado de espíritos das trevas.

      Aterrorizada por semelhante cena, a bem-aventurada Ivete dirigia humildes preces a Nosso Senhor. E Ele revelou-lhe a causa, fazendo-lhe ver que aquela mulher alimentava uma paixão desordenada por uma pessoa que se achava próxima do altar, e que durante toda a Santa Missa, ao invés de se ocupar dos Santos  mistérios, contemplava-a com olhares impuros, desejando antes lhe agradar que agradar a Deus. Por isso rodeavam-na os demônios e faziam-lhe o cortejo.

      Dir-me-eis que não sois do número dessas infelizes criaturas, e eu creio de boa vontade. Se, entretanto, ides à Igreja com certos trajes escandalosos, mereceis todas as censuras.Transformeis o templo sagrado em covil de ladrões, pois roubais a Deus a honra, pelas distrações que provocais aos sacerdotes, aos ministros, a todo o povo.

     Por favor, considerai e tomai a resolução de imitar Santa Isabel da Hungria. Para assistir à Santa Missa, ela se dirigia com grande pompa à Igreja. Mas, para assistir ao Santo Sacrifício  tirava da cabeça a coroa, os anéis dos dedos, depunha seus ornamentos e cobria-se com um véu, ficando em atitude tão modesta que nunca foi vista desviar sequer os olhos. Tudo isso agradou de tal modo a Deus, que Ele quis manifestá-lo a todos: durante a Santa Missa a Santa aparecia envolta de tal claridade que se velavam de deslumbramento os olhos dos assistentes; parecia-lhes contemplar um anjo do Paraíso.

      Imitai exemplo tão ilustre, certos de que agradareis a Deus e aos homens, e que a Santa Missa será para vós de imenso proveito para esta vida e para a outra.

(Excelências da Santa Missa - Leonardo de Porto Maurício - págs 66 e 67)

Retirado do blog: A Grande Guerra

O Véu na minha vida

Salve Maria Imaculada!

     Como sempre se começa devagar um passo por vez, nós (mulheres da C.M.M. ) começamos a usar o véu na quaresma, apenas na hora de ir comungar. Ao fim da quaresma avançamos de uma vez e passamos a usa-lo durante toda Santa Missa. Essa foi a parte fácil. A dificuldade: nós nos reunimos na matriz (Paroquia Imaculada Conceição) nas terças, quintas e sábados, só que aos domingos eu vou na igreja mais próxima da minha casa, e da comunidade somente eu ( de mulher ) participo lá, ou seja, eu teria que usar o véu sozinha.
     Como foi difícil encarar todos aqueles olhares na hora que eu colocava o véu, sem contar as crianças que quase tinham um torcicolo e apontavam sem nenhum medo para mim. Quando ia para a Santa Missa e levava o véu eu já ia imaginando os olhares ou até mesmo as criticas. Tomada de coragem eu comecei a usa-lo somente na hora de comungar, depois de alguns meses passei a coloca-lo na hora da Consagração e finalmente passei a usa-lo durante toda Santa Missa. Alguns elogiam outros já criticaram... Foi um tempo delicado. Como somos comunidade fomos nos apoiando mutuamente e hoje já superei meus medos.
     Toda vez que o coloco na cabeça e como se automaticamente silenciasse meu coração, meu olhar se direciona para o Santíssimo como se somente Ele e eu estivéssemos ali. Na procissão para comungar sinto como na música da Toca de Assis "Como a noiva que caminha rumo ao Altar, e o Noivo a te esperar". Sinto que amo muito mais a Jesus e a Maria Santíssima.

     Se você sente esse chamado especial para usar o véu, não tenha medo, você não está sozinha, existem tantas e tantas pelo Brasil e pelo mundo que desejam voltar a usar o véu.
Acredite sua vida vai mudar depois que passar a usa-lo.

Escrito por:Gislaide Rodrigues da Silva

Roupas Infantis

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Texto retirado do blog:A grande guerra


O que é pudor?
O pudor é essa disposição instintiva, natural às almas retas, que conduz à reserva, à dignidade, ao bom porte, ao respeito de si e dos outros, tanto interna como externamente, tanto em particular como em público, tanto no espírito, no coração e na imaginação como nas palavras, olhares e gestos.

Qual a importância do pudor?
O pudor pode e dever ser considerado como a defesa natural e providencial da virtude da pureza.

"O pudor é para a virtude o que, para as avezinhas, é a clara do ovo envolvida na tela que contém a sua essência, o que para a semente é a cápsula, o que para a flor é o cálice, o que para o mundo é o Céu." (Joubert)

Uma criança sem pudor nunca terá pureza.

Uma criança que pratica normalmente atos inspirados pelo pudor estará nas melhores condições para alcançar a virtude.

É, por conseguinte, soberanamente importante acostumar as crianças à decência, ao respeito por si mesmas, numa palavra, inspirar-lhes um grande pudor.

Como se deve proceder para inspirar o pudor às crianças?
1º - Ensinar-se-lhes-á, desde a mais tenra idade, a retirarem-se das vistas em certas circunstâncias.
2º - Proscreva-se a nudez.
3º - Ensinem-se as crianças a nunca se mostrarem semi-nuas;
4º - Procurar evitar-se que tomem posições indecentes;
5º - Acostumem-se a estar na cama com os braços cruzados sobre o peito.

Que se deve fazer para proteger as crianças "contra o seu meio"?
É preciso proceder de tal forma que não vejam nem ouçam nada que seja susceptível de alterar nelas o sentimento do pudor. E, para isso, haverá a preocupação da virtude na escolha dos vestidos, na vigilância dos olhos, nas condições do sono, na determinação de tudo o que possa ferir os olhos e os ouvidos nos diversos meios por que tenham de passar.

Quais são as exigências do pudor em relação aos vestidos?
Não de deve esquecer que os irmãos, os primos e as primas são chamados a tomar parte nos mesmos divertimentos, pelo menos algumas vezes, e em dadas circunstâncias. As mães de família, se são elas que cuidam da roupa de seus filhos, procederão ou obrigarão a proceder, de modo que não se ofenda o pudor dos filhos ou das filhas, mesmo em casos de acidente ou duma grande exuberância de movimentos.

(Excertos do livro Catecismo da Educação do Abade René de Bethléem, baixe-o AQUI)


_&&&_








A modéstia feminina por D. Williamson (uso de calça por mulher)

Texto retirado do blogue Maria Rosa.



Um texto do Bispo Richard Williamson, da FSSPX, sobre a modéstia. Extraí esse texto do blog “Filipino Flavour” e achei oportuno traduzir também um trecho do comentário de Francis, o blogueiro, sobre o texto do bispo. Ele faz o comentário também dentro do texto do Bispo e eu optei por marcá-lo com o sinal de chaves { }.

D. Williamson usa palavras fortes, é incisivo, direto, e nos dias atuais repletos de relativismo e frouxidão moral ele termina sendo visto como polêmico, mesmo que não queira, mesmo que esteja apenas defendendo valores católicos.

É interessante saber o que ele pensa sobre a modéstia feminina. Ele defende a total feminilidade da mulher, sem rodeios, sem relativismos.

Comentário de Francis:

“Homens e mulheres não são perfeitamente iguais como tem sido crido desde que os membros da Revolução Francesa empurraram a sua propaganda liberal sobre o mundo. Nós somos entes compatíveis, mas não iguais em todos os aspectos.

(…)

Para quem ainda tem dúvidas sobre meus pontos de vista sobre as mulheres e as saias, eu desenterrei algum material de Vossa Excelência Reverendíssima Bispo Williamson, da Fraternidade São Pio X. Muitas pessoas consideram que ele seja um extremista ou um tipo de reacionário, especialmente quando se trata de moralidade, mas acredito que ele explica os pontos de uma forma ortodoxa, sem extrapolar a normalidade. Muitos de vocês irão discordar, mas ouçam-lo e deixem muitos comentários se assim o desejarem. O que segue é um texto ligeiramente editado para remover detalhes da carta de Vossa Excelência Reverendíssima que não pertencem ao tema em questão.

Aprecie!
***

Texto de D. Williamson:

Caros Amigos e Benfeitores:

O final do Verão pode não parecer ser o mais inteligente momento de optar por escrever sobre o vestuário da mulher. Certamente a chegada, em vez de a partida do clima quente seria o momento para investir contra as roupas indiscretas. No entanto, acontece que várias senhoras neste verão vieram a mim e levantaram a questão das mulheres vestindo calças ou shorts, e o problema é mais amplo e profundo do que apenas imodéstia, embora a imodéstia seja grave.

Por exemplo o Bispo de Castro Mayer costumava dizer que as calças em uma mulher são piores do que a mini-saia, porque enquanto a mini-saia é sensual e ataca os sentidos, as calças são ideológicas e atacam a mente. Pois realmente as calças das mulheres, como as usadas hoje, curtas ou longas, modestas ou imodestas, apertadas ou soltas, claras ou disfarçadas (como os “culottes”), são uma agressão contra a feminilidade da mulher e por isso representam uma revolta profunda e mentirosa contra a ordem querida por Deus. Isto pode ser menos verdadeiro do que os longos “culottes”, calças que mais se aproximam de uma saia, e na melhor das hipóteses confundidos com saias, mas na medida em que os “culottes” estabelecem o princípio da divisão de vestuário exterior da mulher da cintura para baixo, eles simplesmente disfarçam a desordem grave. Que desordem? {“Excelência, desta vez realmente o senhor arrasou!”}.

No princípio, Deus criou o homem e a mulher, ambos humanos, mas bastante diferentes, em primeiro lugar o homem, segundo a mulher (Gênesis I, 27; II, 22); mulher para ajudar o homem como ele próprio (Gênesis II, 18), mulher para o homem, não o homem para a mulher (I Coríntios. XI, 9), pois “o homem não é da mulher mas a mulher é do homem” (I Coríntios. XI, 8). Assim, aconteceu que mesmo antes do pecado original, Deus ordenou a distinção entre o homem e a mulher, a desigualdade, e a liderança do homem sobre a mulher com o propósito de viver em sociedade e na família sobre a terra.

O pecado original, pelo qual Eva fez Adão pecar e não o contrário (I Tim II 14), implicou que Eva fosse punida, entre outras coisas, pela manobra da sua subordinação natural e indolor a Adão em uma dominação punitiva dele sobre ela, pois ela tinha mostrado, seduzindo-lhe, que ela precisava ser controlada… ”Estarás sob o poder de teu marido, e ele terá domínio sobre ti” (Gênesis III, 16). Daí para frente com a transmissão do pecado original a todos os filhos de Adão passa para todas as filhas de Adão (exceto, é claro, a Santíssima Virgem Maria), esta subordinação punitiva.

Tal como acontece com todos os problemas do pecado, a única solução verdadeira é a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por exemplo, em um casamento católico o controle doloroso do homem sobre a mulher, evidente em todas as culturas não-cristãs e re-emergentes em nossa própria cultura anti-cristã, torna-se pela graça sobrenatural mais e mais uma subordinação da mulher ao homem que está de acordo com a sua natureza e que é rentável para ambos, a que Eva tinha antes dela e de Adão caírem.

Mas fora com o Éden pela graça! O mundo moderno não terá nenhuma das soluções de Jesus Cristo para os problemas de Adão e Eva. Fazendo ídolos de liberdade e igualdade, recusando qualquer desigualdade ou subordinação da mulher ao homem, ele irá negar qualquer distinção entre eles, ele nega, claro, qualquer ordem de Deus em Sua criação, qualquer necessidade de Redenção, e ele vai negar se necessário a própria existência de Deus. O feminismo hoje está intimamente ligado à feitiçaria e ao satanismo.

Essas considerações nos levaram a um longo caminho desde a questão de calças das mulheres, e, claro, nem toda mulher vestindo um par de shorts está conscientemente pensando em desafiar Deus ou em desafiar os homens. Ela é, no entanto, consciente de algo. Ela tem a clara consciência de que short dividido não é como uma saia não-dividida, e a diferença é que o abandono da saia dá-lhe uma vaga sensação – certamente de desconforto, ou de emancipação, ou ambos … Em que esse sentimento se baseia?

A roupa dividida nas pernas, obviamente, libera a parte inferior móvel do corpo para uma série de atividades para as quais a roupa indivisível, como uma saia, é relativamente incômoda. Se Adão teve que ganhar o pão de sua família com o suor de todos os tipos de atividades fora de casa, é perfeitamente normal que o homem use calças, e se uma menina coloca em sua cabeça que deve acompanhá-lo nessas atividades, obviamente as calças da mesma forma emancipam-na para fazê-lo. Shorts são o sinal externo e visível da liberação dela do leque restrito de atividades domésticas.

No entanto, ela está desconfortável, porque as calças não são do uso natural de uma mulher. Seja como for com outras espécies, na espécie humana o sexo feminino é concebido para atrair a atenção do sexo masculino muito mais do que o inverso – compare o número de revistas de beleza masculina e feminina no mercado. Agora o pecado original feriu a natureza humana com a concupiscência (desejo ilícito), em especial nos sentidos do tato, visão e imaginação. Segue-se para questões de roupa que o que poderia despertar a concupiscência precisa ser mais disfarçado na mulher aos olhos do homem do que no homem a partir dos olhos da mulher. Portanto, assim como as calças beneficiam a atividade do homem, as saias não convém à dignidade e à honra da mulher. Portanto, enquanto está vestindo suas calças emancipadoras, ela se sente desconfortável – pelo menos até que sua consciência fique entorpecida – ao passo em que ela vai se afastando de sua identidade e papel e dignidade como mulher. Em sua consciência está ressoando a voz do Senhor seu Deus pronunciando na Lei Mosaica: “A mulher não se vestirá com as roupas do homem, nem o homem usará o vestuário de uma mulher: aquele que faz estas coisas é abominável diante de Deus” (Dt . XXII, 5). E as calças são normalmente vestuário do homem, por razões já expostas.

É claro que se se nega o pecado original que inflama a concupiscência do homem (Gênesis III, 7) e destrói a subordinação da mulher (Gênesis III, 16), as calças das mulheres não são algo tão insensato, mas veja ao seu redor as conseqüências absurdas de se negar o pecado original! – a doce Polyanna vai para o escritório vestida de forma a inflamar até mesmo uma pedra, mas ai do pobre colega do sexo masculino no escritório que não reagir como uma pedra, porque com as leis recentes (nos EUA), ela irá atacá-lo no tribunal! Insanidade! Locais de trabalho terão em breve que extrair com antecedência de mulheres declarações sob juramento sobre se elas querem ou não serem abordadas! Mas o que era de se esperar quando as mulheres foram retiradas de suas casas? Isso tudo serve aos homens liberais certeiros em enganar suas mulheres.

Contraste o bom senso de uma avó americana que me disse neste Verão, quando ela estava em retiro aqui em Winona que, olhando para trás em sua juventude californiana, ela podia ver que ela tinha sido muitas vezes induzida a usar calças, e agora ela se arrepende - ela podia ver agora que a cada vez [que usava calça] a sua feminilidade tinha sido diminuída. Como G.K. Chesterton disse, não há nada tão não-feminino como o feminismo. As calças das mulheres são uma parte vital, talvez a ruptura essencial, do feminismo.

Quanto à verdadeira feminilidade da mulher, sua importância não pode ser exagerada. Tudo gira em torno das mulheres sendo essencialmente concebidas por Deus para a maternidade, para a educação dos filhos neste mundo, e para a sua criação, a doação da vida, calor, amor, cuidado e nutrição, tudo representado pelo leite materno. Para isso, os homens não são projetados, disso eles são intrinsecamente incapazes ainda que disso dependam totalmente para que possam tornar-se seres humanos, em oposição aos desumanos. Em um valioso livro, “The Flight from Woman“, um refinado psiquiatra judeu, Karl Stern, conta como ele podia discernir em incontáveis ​​males dos pacientes da cidade grande vindos ao seu consultório em Toronto após a Segunda Guerra Mundial um padrão de falta de feminilidade com a qual ele estava familiarizado através das obras de famosos escritores modernos, como Goethe, Descartes, Tolstoi, Ibsen – não uma falta de mulheres, mas a falta de verdadeiras mulheres femininas, porque os homens e mulheres modernos estão igualmente tripudiando sobre as qualidades e virtudes femininas. Shakespeare destilou esse espírito em Lady Macbeth, proto-feminista e satanista:

“Vinde espíritos
que os pensamentos espreitais de morte, retirai-me o sexo aqui,
deixando-me cheia do topo da cabeça ao dedo do pé
da mais terrível crueldade …. Venha para o meu peito de mulher
e fel tomai por leite, seus ministros do assassinato … “(Ato I, Cena. V).

Deus nos ajude! A feminilidade das nossas mulheres está sendo erradicada e o resultado é um modo de vida fadado à autodestruição, condenado a abortar.

Meninas, sejam mães, e, a fim de serem mães, não deixem que cavalos selvagens arrastem-nas em shorts ou calças. Quando as atividades propostas a você exijam o uso de calças, se for algo que a sua bisavó fez, então encontre uma maneira de fazê-lo, como ela, usando saia. E se a sua bisavó não fez isso, então esqueça! A geração dela criou seu país, e a sua geração está destruindo-o. É claro que nem todas as mulheres que usam calças abortam o fruto de seu ventre, mas todas ajudam a criar a sociedade abortiva. Antigo é bom, moderno é suicida. Querem parar o aborto? Façam-lo pelo exemplo. Nunca usem calças ou shorts. O Bispo de Castro Mayer estava certo.

Mais sinceramente seu em Seu Sagrado Coração,

+Richard Williamson

Maria: modelo de Modéstia

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Por São Pedro Julião Eymard
  vida
    Exteriormente é modesta. Não se faz notar pela severidade nem pela negligência. Sempre humilde e mansa, traz o sinal da simplicidade em tudo que realiza.
vida
     Modesta em relação ao mundo. Maria sacrifica com generosidade a condição de gestante; vai imediatamente, vencendo grande distância, visitar sua parenta Isavel, levando felicitações e auxílio. Durante três meses acompanha e serve, trazendo grande alegria ao lugar. Somente quando a glória do Filho exigir aparecerá em público. Assistirá às bodas de Caná sem nenhum privilégio. A modéstia faz com que pratique a caridade de acordo com a ocasião.
vida
     Modesta no cumprimento dos deveres.Desempenha com suavidade, sem precipitações, sempre alegre e disposta a abraçar uma nova obrigação; não deixa transparecer as contrariedades, não busca consolações e pela naturalidade não atrai a atenção dos demais. Modelo exemplar para os adoradores do Santíssimo Sacramento; cuja vida se compõe de pequenos atos e de pequenos sacrifícios, que somente Deus deve conhecer e recompensar; cuja glória e conforto consistem na filial e humilde dedicação no cumprimento dos deveres, ambicionando agradar o Mestre pela contínua imolação de si mesmos.
vida
     Modesta na piedade. Elevada ao mais alto grau de contemplação que uma criatura possa atingir, vivendo no constante exercício do perfeito amor, exaltada acima dos anjos e constituída Mãe de Deus, mesmo com todas essas prerrogativas, serve o Senhor com simplicidade; sujeita-se às prescrições da lei, assiste às festas, reza junto com os demais fiéis; em nada se faz notar, nenhum exercício exterior demonstra sua piedade e o seu fervor. Assim deve ser a piedade do cristão: comum em suas práticas, simples em seus meios, modesto no agir, evitando chamar a atenção, fruto sutil do amor próprio que leva à vaidade e à ilusão.
vida
     Modesta nas virtudes. Possui todas as virtudes em grau supremo, praticados com suma perfeição, embora de forma simples e usual. Em todos os favores recebidos, a humildade vê somente a bondade de Deus, somente agradece.
vida
     Agradecimento escondido e sem glória humana. Pode, porventura, vir coisa boa de Nazaré ? (Jo 1, 46). Ninguém presta atenção em Maria, passa totalmente desapercebida.
vida
Eis o segredo da Perfeição: a simplicidade, mesmo quando ignorada, saber conservá-la. Uma virtude acentuada fica exposta, uma virtude louvada pode trazer a ruína; a flor que mais chama a atenção, murcha depressa. Afeiçoemo-nos às pequenas virtudes de Maria de Nazaré, que germinam aos pés da cruz, à sombra de Jesus; deste modo, não temeremos as tempestades que abatem os cedros nem o raio que cai no cimo da montanha.
vida
     Modesta nos sacrifícios. Aceita em silêncio e conformidade o exílio no Egito. Diante da dúvida de José, permanece em silêncio, confia na providência. Traspassada pela dor, acompanha o Filho que carrega a cruz, não grita nem lamenta exteriormente. No Calvário, mergulhada em sua dor, sofre calada e se despede do Filho num olhar mudo.
Maria é também modesta em sua glória. Como Mãe de Deus, possuía todos os direitos e todas as homenagens, entretanto abraça a provação e o sacrifício. Não aparece nos triunfos do Filho, porém está aos pés da cruz.
vida
     Para ser filhos desta Mãe, devemos nos revestir de modéstia, deve ser tema usual de nossa meditação. A modéstia é virtude régia de um adorador do Santíssimo Sacramento, pois fornece a exterioridade dos sentidos na presença de Deus.
vida
     (Extraído da Obra Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento: Um mês com Maria, de São Pedro Julião Eymard, Editora Formatto, 2008, p.50-53)
vida
Originalmente publicado no extinto site Moda e Modéstia.
Fonte:http://rosamulher.wordpress.com/